quinta-feira, 22 de abril de 2010
o bruno já completou album da copa
Abrir os pacotinhos de figurinhas é muito legal, mas eu nunca complete nenhum álbum. O problema é que as figurinhas repetidas ficavam todas amassadas de tanto tirar e colocar no bolso, de tanto prender e desprender o bolo com elástico e de tanto bater figuinha na hora do lanche. Eu não era o melhor da escola, mas ficava fácil no top 4. Uma vez, o Élder pegou seu bolo de figurinhas do pokemom, subiu no ultimo andar e jogou pra todo mundo pega no pátio, tipo o Silvio Santos, mas sem fazer aviãozinho.
Eu nunca gostei de salgadinho, mas comprava só por causa dos Tazos e é claro que também
não completei a coleção. Era muito legal abrir o pacote de salgadinho, pegar o tazo todo engordurado e limpar na camiseta. Os tazos não amassavam, mas iam ficando esbranquiçados.
Eu sempre gostei de Coca-Cola, mas na época preferia guaraná e fanta uva. Os mini-craques, também, eram bem legais, mas não completei a coleção, faltaram uns 4 ou 5. O trio especial tá aquido lado das caixinhas de som. Eu brincava de futebol com eles, tinha o time dos mini-craques, o time dos playmobils e o time dos comandos em ação, o time dos mini craques sempre ganhava, afinal eles eram craques. As vezes eu misurava os times para dar jogo. Certa vez, um velho foi no posto de trocas do supermercado e queria o Ronaldinho, ficou bem claro que ele não queria completar a coleção, só queria o Ronaldinho. A mulher falou que o Ronaldinho só vinha no trio especial (que era bem dificil de ganhar), ele não entendeu o que era isso, ficou triste e foi embora. Eu fiquei triste por ele.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
outra curiosidade é que na senha tem 5035 pq naquela época só o moleza tinha celular, olha que coisa
fui picado pelo mosquito da dengue, ele era listrado mas nao listradinho igual todos, era preto com as listras dando um contraste enorme, eu tenho certeza que era da dengue, eu analisei as fotos do google imagens e tenho certeza, se daqui uns dias eu tiver febre já vou ter certeza que tenho dengue
e é bem complicado esse negócio de dengue, porque se vc pegar denovo vc morre, então é bom nunca pegar a primeira vez
domingo, 11 de abril de 2010
não delisga que eu vou usar
velejaria.
era muito estranho aquilo, ser um velejador, ninguém no mundo quase era velejador, só ele e os outros velejadores
parecia meio estranho, meio chato, mas parecia meio legal, sei lá, era pelo menos diferente
mas era estranho, ser um velejador
velejar que pra muita gente, devia ser muito emocionante, pra ele, que velejava sempre, era bem normal
entã teve uma idéia, uma idéia de escrever, mas ele não sabia oque escrever, pensou algum tempo , e teve a idéia... de não sei. e aí ele pensou mais... tudo que ele conseguia pensar era meio auto-biográfico, e isso parecia muito chato, esse negócio de auto-biográfico, e então ele começou a pensar em coisas muito diferentes do universo de um velejador, e tudo que ele conseguiu foi alguma coisa equivalente ao seu universo num universo equivalente, e isso também parecia muito chato
mas nao era possível, tanto escritor famoso, escrevendo coisas tão legais. ninguém podia ter uma vida tão legal, quanto a dos livros. apesar que ele não tinha lido muitos livros. talvez nenhum livro. mas ele era convicto disso. se não ninguém leria tantos livros. então ele resolveu pensar mais, mas ele nao saía daquele universo do mundo velejador - que agora lhe parecia tão besta
ele pensou então em beber cerveja, mas cerveja era ruim, eno dia seguinte tinah treino
então ele decidiu largar tudo, ele decidiu nao ser mais um velejador, por 4 segundos
ele tinha planos muito diferentes de todo mundo
na verdad ele nao tinha muitos planos
assim, talvez ele fosse pras olimpiadas, e isso seria o máximo. aliás...ir pras olimpiadas é o máximo. nao é? sei lá. ele ia aparecer na tv, velejando. mas ia ser só um dia. mas ia ser um dia inesquecível. ele podia ganhar uma medalha
se ele não ganhasse nenhuma, ele ia pensar que ia ser muito legal ter conquistado uma de bronze...
se ele ganhasse uma de prata, ele ia ter pensado que era muito pra ter ganhado uma de oura, porque era possível
mas ele só tinha 17 anos, tudo era possível ainda, seus amigos iam pra faculdade, no final desse ano, mas ele não, ele ia treinar mais dura
e no meio disso tudo, escrever tava ficando em segundo plano, e o irmão dele falou:
- vou desligar aqui o computador
e ele respondeu
- não desliga que eu vou usar
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Quinta Feira
sábado, 3 de abril de 2010
37 do segundo tempo
domingo, 14 de março de 2010
atire nos undergrounds
adendo: chamei eles de undergrounds, porque provavelmente sua mãe e suas tias não conhecem nenhum deles, mas conhecem o Manoel Carlos, o Ronaldo e o Ziraldo.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Claudinha
"NÃO GOSTAM DE MIM PORQUE FALO DE DEUS, SOU LOIRA E CANTO AXÉ" - Claudia Leite
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eita, e queria que gostassem ?
quarta-feira, 3 de março de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
roberto carlos
O legal é que em 98 a Pepsi e a Rider levaram fé no Roberto Carlos. Não achei o vídeo do comercial da Rider, mas era assim ó:
o craque está em uma varanda, na Espanha, onde mora. Ele vai relembrando cenas de jogos e, enquanto fala, chuta o ar. Seu pé passa raspando na cabeça de um suposto amigo, que pede cuidado a cada chute. O papo rola até que o jogador acaba chutando o próprio chinelo, que é arremessado a uma velocidade incrível. Do outro lado da cidade, uma espanhola abre a janela para ver o que aconteceu: é o chinelo de Roberto Carlos que cravou na parede de sua casa.
http://www.telaviva.com.br/making/produto/makin68b.htm
e o da Pepsi:
Depois o Moleza conta a vez que ele entrou no jogo da molecada e igual no vídeo da Pepsi, lá em Cordeiro.
Falando no nosso eterno camisa 6, sempre achei sensacional o Roberto Carlos do Casseta e Planeta.
Também achei esse vídeo do Casseta zuando em 2006
Copas: minha historia
A primeira lembrança que eu carrego das copas do mundo também é a final de 94. Eu me lembro que uns dias antes, eu vivia no mercado comprando Danone com meu pai, porque de brinde eles davam um jogo de futebol de botão. Lembro de ter comprado Brasil, Suíça, Alemanha e EUA. Também meu pai vivia falando do Zinho, que era nosso craque na seleção (é, palmeirense é foda, nem pra me avisar do Romário), e por conta disso eu vivia dizendo que era o Zinho no futebol de rua e no Botão. Mas não tinha consciência nenhuma de que era Copa do Mundo, alias, nem fazia idéia do que era isso. Aí veio a final, estávamos todos na casa da minha vó. Não me lembro do jogo nem das penalidades, lembro-me apenas daquela explosão do tetra, todos gritando e se abraçando. Nas ruas eram só buzinas e rojões, parecia uma festa sem fim. Menos para meu pai, que não se abalou muito com a conquista. Mais tarde me confessou que torceu pra Itália. Na hora achei um absurdo, poderia alguém torcer contra o Brasil?
Quatro anos se passaram, e veio a copa de 98. Essa talvez foi a copa que mais me marcou. Decorei todos os grupos, sabia todos os jogos e torci para o Brasil. Na escola só se falava em copa do mundo, dia de jogo era folga total.
O Brasil começou arrepiando, marcando um gol de cabeça com o Cesar Sampaio logo no primeiro minuto da copa, naquele jogo contra a Escócia. O jogo não foi tão bom assim, e so ganhamos de 2x1. Depois veio o massacre contra o Marrocos: 3 a 0. Aí vem aquele jogo contra a Noruega, que o Brasil perdeu de 2 a 1. Ninguém se importou com isso, mas eu imagino o que os Chico Langs devem ter cornetado. Ai vem vitória fácil sobre o Chile, vitória apertadíssima contra a Dinamarca (salve Rivaldo!), e vitoria nos pênaltis contra a Holanda. Nesse jogo o Galvão muito falou sobre o Zagallo, um velhinho dando moral pros caras baterem pênalti, exaltando o orgulho de ser brasileiro. Como ainda não odiava o Galvão, achei aquilo muito foda e o Zagallo ídolo. Aí vem a final, a tragédia. Não achei o gordo (que era magro) apagado, nem que o Brasil entregou, só lembro do fdp do Roberto Carlos chutando o pau da bandeirinha, símbolo maior da derrota na minha opinião.
A derrota foi tão broxante que ninguém ousava falar de futebol nas semanas seguintes, na escola a professora voltou a passar continhas, meu pai falava que agora com Oseas e Paulo Nunes o verdão ia bem, eu e meu primo voltamos a jogar Gulliver com os nossos times daqui. Seleção era assunto proibido, e foi ate meados de 2001. Ah, já ia me esquecendo, mais broxante ainda que a derrota do Brasil foi a derrota do Paraguai, mas circunstancias que ocorreram.
2002. Eu adorava a seleção. Tinha meus ídolos Marcos e Felipão, sem contar o Rivaldo com a 10 la na frente. Fora isso, tudo ia mal. A seleção so se classificou na ultima rodada das eliminatórias, todos rivais vinham bem e pra piorar a copa era no Japão, so tinha jogo de madrugada. Infelicidade total. O desfecho da copa todo mundo já sabe né, o Rivaldo carregou o time nas costas, o gordo magro desencantou a fazer gols, o Marcão fechou o gol na final e todos foram felizes. Eu comprei meu primeiro álbum da copa e completei apelando pra cartinha. Um fato que me marcou nessa copa foi ver pela primeira vez meu vo comemorando um gol, ele pulou do sofá e gritou quando o Ronaldo marcou o primeiro gol da final. 2002 ficaria na memória como a copa perfeita, a ultima em que torci pro Brasil e ainda aturava o Galvão Bueno. Bons tempos...
Aí vem 2006, que é um ano que merece um post a parte, aqui vou me deter apenas na copa. Eu simplesmente odiava a seleção. Achava (e acho) o Kaká um merda, não gostava nenhum pouco do Dida no gol (isso pra não falar do Rogério Ceni no banco), achava que o Ronaldo não precisava jogar e, acima de tudo, o Parreira me irritava. O Galvão Bueno me irritava também.
Ta certo, eu estava muito afetado, mas decididamente eu não ia torcer pra seleção.
Apesar disso, a copa foi legal, os horários eram interessantes, e sempre havia uma reuniãozinha nos jogos. Primeiro jogo vai todo mundo torcer na casa da Lê.Todo mundo? Não. Aquele nosso novo amigo Dezão fugiu do Lemão e foi ver em casa. Fora isso, farra do boi, o Brasil ganhou, todo mundo ficou feliz. E assim foi, teve outro jogo na casa da Lika, na casa da Nathalia, etc ate que O BRASIL PERDEU. Ate então na minha vida nunca tinha ocorrido de o Brasil não chegar até a final, e agora? Foi bem dahora no sentido de que as titias pararam de falar da copa e o Galvão Bueno calou a boca. Todo mundo já odiava o Parreira, o Kaká, o Ronaldo e principalmente o Ronaldinho, que chegou a copa num status de semi-pelé.
Ah, ja ia me esquecendo, comprei o album por pura influencia do pribao, e esqueci de mandar a cartinha, nao completei, fui mais o menos que nem o Brasil.
E nós, jovens descolados coisa e tal, continuamos fazendo porra nenhuma e falando da copa, cada um torcendo pra uma seleção sem medo de ser feliz. Eu apostei na Itália, fiquei feliz que ganharam, mas gostei tambem do Zidane.
Duas coisas me marcaram bastante ao final dessa copa. Primeiro, era perfeitamente possível torcer contra o Brasil, meu pai tinha razão 12 anos antes, porque acho realmente que jamais conseguirei torcer pra seleção como em 2002. A segunda coisa que me marcou foi que a final foi do dia do aniversario do lucão, e a Tais fez aquele tradicional bolo branco de chocolate, que comi pela primeira vez-muito mais marcante que Zidane, Trezeguet ou Sahele.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
sambando com a bola no pé
1994, vila da casa da minha vó, eu tinha 4 anos, eu mais 2 amigos fizemos uma roda e comçamos a gritar TETRA CAMPEÃO. Essa é minha primeira lembrança de Copa do Mundo, única lembrança da Copa de 94, umas das primeiras lembranças da minha vida. Não lembro do jogo, do Romário, do Bebeto e muito menos do Baggio perdendo o pênalti, lembro da roda e de todo mundo vendo o jogo na vila, na televisao do Valdenir. O engraçado é que se o Brasil perdesse o jogo provavelmente eu nem me lembraria desse dia, nem da Copa de 94. "Nossa, essa tal da copa é legal", pensei. "Pai, quando vai ser a próxima copa?". "Quando você tiver 8 anos". "E depois?". "Quando você tiver 12 anos". Fiquei triste, ia demorar uma eternidade até que eu completasse 8 anos.
1998, até que enfim, eu já tinha os 8 anos. Tinha um amigo meu no colégio que pagava tanto pau pro Ronaldinho (é, ele ainda não era o Ronaldo.) que ficava impossivel curtir o fenômeno, mas eu tinha 8 anos, é claro que eu tava torcendo pro Brasil. Eu gostava da Nigéria também, acho que por causa daquele uniforme verde, tinha o Okocha, fiquei triste quando eles perderam pra Dinamarca, teve aquele gol do "chapéu de cabeça".
Final, casa da minha tia, era óbivio que o Brasil ia ganhar, apesar do meu amigo chato, o Ronaldinho tava jogando pra caralho, o Tafarel tinha defendido uns 18 penaltis contra a Holanda e a Globo tinha um slogan mó legal "Todo mundo tenta, mas só o Brasil pode ser penta". Aí o Ronaldinho não ia jogar, mas jogou e o Zidane fez 2 gols de cabeça. Segundo tempo, entra o Edmundo, o Rivaldo joga uma bola pra lateral por causa do Fair Play, o Edmundo fica putão e grita "tá 2 a 0, porra". 3 x 0, fim.
Em 2002, eu comprei o álbum, e claro que eu não consegui completar, acho que o único jogo do Brasil que eu não vi foi contra a Inglaterra. Nessa Copa, acho que eu já torcia contra e tenho certeza que já odiava o Ronaldo, mas acho que não sei porque. Não lembro se eu queria que o Romário fosse pra Copa, acho que queria.
2006, cheguei em Limeira e conheci os muito provavelmente únicos 3 caras que vão ler esse post (é, acho que o Nando vai ler, mesmo sendo grande). Nessa Copa é claro que eu já torcia, e muito, contra o Brasil. Lembro dum jogo na casa da Nathalia, com o Bruno Felipe e o Lemão, dum golaço do Joe Cole de fora da área, duma goleada da Argentina, que eles fizeram 31 tabelas antes de fazer um dos gols, do du beijando a foto do Tevez num jornal que se pa falava dessa partida, dum Argentina X Alemanha na casa do Lucão, que eu comecei a tossir igual loco e tive que tomar um antibiótico pra não pegar uma pneumonia. Lembro também do Alemanha X Itália, esse jogo foi bem legal. E o Zidane? 7 chapéus no Ronaldo, golaço de penalti, e uma cabeçada no Materazzi. Itálai Tetra, niver do Lucas, bolo de chocolate branco, Sahelê, campeonato de play e esfiha no Jão.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
hahaha olha oque eu achei
A solidão tava lá embaixo na chuva e eu fiz a cagada de deixar ela entrar. Aí é arma na cabeça, dedo na ferida, roleta russa, geladeira sem cerveja, jornal nacional no mute e Little Richards na rádio chiada.
Esses dias de madrugada, meu vizinho bateu na porta, elogiou minha saúde mas pediu pra que eu controlasse a minha garota, “ninguém tá afim de ouvir os orgasmos de ninguém”. As paredes são finas mas nem tava tão alto assim. Eu nunca ouvi os da mulher dele, o que quer dizer que ela não geme quase nada ou que ele forrou as paredes com caixas de ovo ou que ela apenas não goza (o que explicaria ele dizer que não tá afim de ouvir os orgasmos de ninguém). Ele tava furioso, mas foi um bocado engraçado e cínico ao elogiar minha saúde antes de dar a ordem. Boa estratégia, comandante. Disse pra ele que ia acatar o pedido e pedi desculpas. Voltei pro quarto desolado e abaixei o volume do redtube.
http://brunobandido.wordpress.com/
sábado, 13 de fevereiro de 2010
sei lá lanches

eu e o dézão entramo na faculdade mais uma vez, o brubis já ta trampando, o moleza ta com uma super bolsa da fapesp e é carnaval. to naquele momento de achar que no final da tudo certo mesmo na vida (papai sempre fala isso), de um jeito ou de outro, claro que daqui um mês é bem a cara de bater uma deprê, sei lá.
bebado eu já devo ter falado pra vocês mais de mil vezes sobre a minha teoria do orgulho (risos). acho meio tosco sentir orgulho pelas coisas que você faz, ou deixa de fazer, sabe? a gente ta aí no mundo, nascemos sem fazer esforço e queremos que os dias sejam legais, só isso.
domingo, 20 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
LOMBARDI
O locutor Luiz Lombardi Netto morreu aos 69 anos na manhã desta quarta-feira, em Santo André. Uma das vozes mais famosas da TV, ele era funcionário do SBT e o mais antigo companheiro de trabalho do dono e apresentador da emissora, Silvio Santos.
Misterioso (sua identidade era preservada pelo SBT), o parceiro profissional mais assíduo do apresentador Silvio Santos nasceu no bairro paulistano do Bexiga, em 1940. Torcedor convicto do Palmeiras, ele já trabalhava com Silvio havia mais de 40 anos. A sintonia era tão grande que o dono do SBT não gravava nada se Lombardi não estivesse presente nos estúdios.








