terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Zôo de Detroit tenta descobrir sexo de porco-da-terra


Esse bichinho esquisito da foto é um porco-da-terra, conhecido também como orictéropo ou aardvark, que nasceu no dia 8 de dezembro no zoológico de Detroit, nos Estados Unidos. O bebê, que se chama Amani (que quer dizer “paz” em suahili), nasceu com pouco mais de 58 cm da ponta do rabo até o focinho, mas suas orelhas têm incríveis 10 cm. O pior é que os veterinários não sabem o sexo de Amani, e estão realizando testes para determinar se o bebê é macho ou fêmea.








agora,
tire as criancinhas do recinto


















veja a imagem do bichano































domingo, 7 de dezembro de 2008

férias

post oportunisata de aniversário

Antes até de começar a entrar em detalhes sobre mim, acho melhor ir contando alguns outros fatos:
1. Quando tinha 19 anos, Bob Dylan já era veterano da noite do Greenwich Village, em Nova York.
2. Salvador Dalí já tinha pintado uma porrada de quadros sensacionais e se rebaldo quando fez 19 anos.
3. Joana D'Arc era a mulher mais procurada e caçada no mundo quando tinha 19 anos, tendo criado uma revolução.
Daí vem Ed Kennedy, também com 19 anos de idade...

Estou sempre me perguntando "e aí, Ed, o que você fez de útil nesses 19 anos de vida?" A resposta é simples: porra nenhuma.


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minha irmã achou isso esses dias num livro que tava lendo


n

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

férias



Lula lá

Guitarrista Joe Satriani acusa Coldplay de plágio e processa banda

O guitarrista Joe Satriani abriu um processo contra os ingleses do Coldplay em Los Angeles, acusando a banda de plágio.

Satriani alega que a música de trabalho "Viva la Vida" tem "trechos originais substanciais" da canção "If I Could Fly", composta por ele e lançada em 2004.

Além de pedir julgamento com júri, o guitarrista também exige compensação por danos e o recebimento de todo lucro obtido pelo Coldplay com a música supostamente plagiada, segundo o site .

"Viva La Vida" faz parte do disco mais recente do Coldplay, e a música "If I could fly" foi lançada no disco "Is There Love in Space?", de Satriani.

Veja abaixo uma comparação das duas faixas envolvidas na polêmica:





http://cifraclub.terra.com.br/noticias/8623-guitarrista-joe-satriani-acusa-coldplay-de-plagio-processa-banda.html

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

e Mais Mallu...

Chega de Mallu Magalhães!

É com uma enorme e indisfarçável sensação de prazer que dou início à minha participação aqui no Yahoo!. E quem me conhece sabe que meu negócio é escrever com sinceridade (algo que muitas vezes incomoda as pessoas), discutir com argumentos sólidos, sem cair na vala comum dos clichês emburrecedores e não ter receio de emitir minhas opiniões. Sim, eu sei que isso anda meio fora de moda neste País envolto pela névoa do bundamolismo, onde tudo é "genial", onde fatos medíocres são transformados em notícias relevantes - o que interessa saber que um ex-BBB foi visto comendo um pastel de palmito na beira da praia? - e onde a tendência é pensar bem pequenininho para não desagradar a massa com baba elástica e bovina escrvendo pela boca (obrigado, Nelson Rodrigues!).

E para começar, nada melhor que abordar o desequilíbrio que existe hoje entre a relevância artística e a atenção dada pela mídia. E nada pode ser mais emblemático disso que a absurda e totalmente desproporcional paparicação em torno de uma menina que mal saiu de seus dezesseis anos. É, é ela mesma. Estou me referindo a Mallu Magalhães. São incontáveis os exemplos de babação de ovo explícita em cima de uma garota cujo grande atrativo está no fato de gostar de Johnny Cash e Neil Young quando deveria estar curtindo, sei lá, metal gótico cafona, emos chorões e discos empoeirados do Raul Seixas e Legião Urbana. Tudo aconteceu cedo demais a ela.

Tudo bem, ela tem lá seu carisma, mas suas apresentações emanam uma vibração meio amadora, de quem ainda tem muito chão pela frente antes de merecer a alcunha de "artista". Seus shows - agora, no auge do hype, sempre lotados - não trazem uma platéia ávida por ouvir boas canções, algo que a menina ainda não tem, mas sim um bando de gente que quer fazer parte de uma "tchurma mudérna", como se a visão de uma garota empunhando um violão em cima do palco fosse um passaporte para a modernidade. E de nada ajuda o fato de o cenário musical indie/pop/rock brazuca, salvo raras exceções, ser mais fraco que café de orfanato, com uma grande quantidade de cantores, cantoras e instrumentistas fraquíssimos, incensados por críticos surdos - para dizer o mínimo. Cadê o Cansei de Ser Sexxy? Cadê o Bonde do Role? Pois é, né?

Torço para que ela não seja vítima do imediatismo carniceiro, que exige que um artista estoure logo em seu primeiro trabalho. E olha que nem estou me referindo às gravadoras (instituições mais que falidas), mas ao próprio público em geral. A continuar do jeito que está, logo Mallu será convocada para dar suas opiniões a respeito do desmatamento da Amazônia, da reprise da novela Pantanal e sobre Caetano Veloso. E aí vai acontecer a "síndrome da superexposição", doença que matou a carreira de muita gente no passado, que não soube escolher a hora de certa de sair dos holofotes vorazes da mídia, como Jorge Benjor e o Ultraje a Rigor. Sem contar o risco de ter uma adolescência equivocada, já que tudo o que ela faz se torna notícia.

Teve critico aí - leia-se "Lúcio Ribeiro" - que chegou a fazer estardalhaço em cima de um tal Overcoming Folk Trio (se não me falha a já carcomida memória), um projeto que reuniria Mallu, mais o vocalista Helio Flanders, do chatíssimo - e injustamente cultuado por meia dúzia de descerebrados - grupo Vanguart, mais o baixista do Forgotten Boys, como se fosse o marco zero do surgimento de um supergrupo! E tudo não passava apenas de uma brincadeira de três moleques tocando versões toscas de Bob Dylan, Neil Young e Tom Waits! Pô, faça-me o favor!

De certa forma, Mallu e seu pai/empresário tomaram atitudes pertinentes, como chamar o produtor Mario Caldato Jr. (que fez fama a partir de seu trabalho com os Beastie Boys) para dar uma lapidada nas canções bastante cruas da menina. Ainda não ouvi todas as faixas do disco, mas algumas delas trazem sim um avanço em relação às tosqueiras que ela vinha apresentando até então. Sim, ela está crescendo. E tomara que aí esteja o segredo do alto potencial pop de seu futuro. Você pode achar que sou um cara que nada contra a corrente, mas, por enquanto, ela é apenas uma menina exótica com um gosto musical acima da média.


Regis Tadeu é editor das revistas Cover Guitarra, Cover Baixo, Batera, Teclado & Piano, e Studio, Diretor de redação da Editora HMP e costumava quebrar discos ruins no programa Superpop.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Camelão cheio de paixão

Cantora Mallu Magalhães diz que está "loucamente apaixonada"


Embora ainda não tenha sido confirmado oficialmente, os rumores sobre o suposto namoro de Mallu Magalhães com Marcelo Camelo tem se tornado cada vez mais fortes.

Em entrevista à revista Gol a artista de 16 anos confessou que está "loucamente apaixonada" pelo ex-Los Hermanos, de 30 anos.

Durante uma apresentação feita ao lado de Camelo, Mallu se emocionou muito, e na entrevista explicou a razão de tanto choro. "Aquilo era amor transbordando do meu corpo. Era sentimento puro que havia entre nós naquele momento, e eu resolvi que não iria segurar, que tinha que deixar fluir e dividir com aquelas pessoas", explicou.
As assessorias dos dois músicos permanecem em silêncio.


http://cifraclub.terra.com.br/noticias/8536-cantora-mallu-magalhaes-diz-que-esta-loucamente-apaixonada.html



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"Aquilo era amor transbordando do meu corpo. Era sentimento puro que havia entre nós naquele momento, e eu resolvi que não iria segurar, que tinha que deixar fluir e dividir com aquelas pessoas"


certeza que foi o camelão que mandou ela dizer isso


,

domingo, 16 de novembro de 2008

ousados

Paul McCartney quer lançar faixa inédita dos Beatles

A faixa dos Beatles Carnival of Light, gravada em 1967 e tocada apenas uma vez em público, poderá finalmente ser desvendada, segundo o jornal britânico The Guardian. Paul McCartney quer finalmente mostrar a música ao mundo, rejeitada na época por ser "muito ousada".

A faixa reúne efeitos psicodélicos bem longes das melódicas baladas que fizeram Paul McCartney e John Lennon, principais compositores dos Beatles, ficarem conhecidos em todo o mundo.

"Existe mesmo", disse ele à rádio BBC, que será exibida esta semana. Em entrevista ao radiolocutor John Wilson, o ex-Beattle confirmou que ele tem uma fita master do trabalho e acredita que o tempo de mostrá-la chegou.

"Eu gosto dessa música porque mostra os Beatles livres, sem amarras", adicionou.

Desde que Carnival of Light foi gravada em Londres, a música tornou-se uma espécie de "cálice sagrado" dos fãs. Muitos dizem possuí-la, mas o máximo que pode ser encontrado na Internet são trechos desconhecidos ou mixagens inventadas por "piratas".

Quem assistiu o Festival de Música de Londres, em 1967, garante que a faixa tem gritos de John Lennon e uma guitarra distorcida associada ao som de um órgão.

Na entrevista, McCartney não deu detalhes do lançamento da música.


http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI3332387-EI1267,00-Paul+McCartney+quer+lancar+faixa+inedita+dos+Beatles.html

sábado, 15 de novembro de 2008

Vai tomá tudinho, campeão!

Rapaz de 18 anos morre e colega diz que ele foi obrigado por PMs a ingerir lança-perfume


SÃO PAULO - Um rapaz de 18 anos morreu após ter ingerido lança-perfume e testemunhas dizem que ele foi obrigado a ingerir o líquido por policiais militares, após ser flagrado consumindo a droga. O estudante Marcos Paulo Lopes de Souza foi encontrado caído no cruzamento da Rua Giulio Ferro com a Avenida Nagib Farah Maluf, em José Bonifácio, na região de Itaquera, zona leste de São Paulo, na madrugada da última segunda-feira.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado no 103º Distrito Policial, populares foram até a delegacia para informar que havia um rapaz caído no chão na rua. Uma ambulância havia sido chamada, mas não havia chegado. Os policiais civis foram até o local, encontraram Marcos no chão e levaram para o Pronto Socorro Valdomiro de Paula, onde o estudante chegou morto.
Um rapaz, que estava junto com Marcos, disse que ambos estavam cheirando lança-perfume no local quando foram abordados por uma viatura da Polícia Militar. Segundo a testemunha, os PMs obrigaram os dois a beber o conteúdo do frasco e a saírem correndo, cada um para um lado. Marcos caiu no chão e os policiais militares teriam então ido embora.
A testemunha disse que não tem condições de reconhecer os policiais e que não anotou a identificação da viatura. O corpo do estudante não apresentava lesão e a mãe dele teria confirmado à polícia que o filho era usuário de drogas. No local onde ele foi achado foram recolhidas uma garrafa plástica e uma lata de cerveja vazia.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

obamalandro

Revolução vermelha



policial lusitano...

risos

Obama planeja priorizar caçada a Bin Laden


O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, planeja priorizar a caçada a Osama bin Laden e a luta contra a Al Quaeda. Os planos fazem parte de uma nova abordagem sobre a situação no Afeganistão que também prevê o envio de mais tropas ao país. A possibilidade de diálogo com o Irã também é cogitada, segundo informaram conselheiros de segurança nacional o presidente eleito ao Washington Post.

"Esse é o nosso inimigo", disse um dos assessores se referindo a Bin Laden, "ele deve ser nosso novo alvo principal", disse.

A abordagem americana sobre as das fronteiras ocidentais do Irã e do Afeganistão devem ser repensadas também. ¿Enquanto olhamos para o futuro, seria interessante ter um interlocutor", para explorar e dividir os objetivos, disse um oficial americano. Os iranianos "não querem os extremistas sunitas comandando o Afeganistão", disse o oficial.

O democrata recebeu seu primeiro relatório sobre inteligência, como presidente eleito, na semana passada.

De acordo com o jornal, a próxima administração pretende enfatizar, para o povo americano, as operações contra insurgentes talibãs paquistaneses, no Afeganistão, e a luta contra extremistas islâmicos, em virtude dos ataques 11 de setembro.

http://noticias.terra.com.br/mundo/eleicoesnoseua2008/interna/0,,OI3321310-EI10986,00-Obama+planeja+priorizar+cacada+a+Bin+Laden.html

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Depois esse fanfarra vem falar em mudança, nem assumiu e ja quer mandar tropas pro oriente, sendo q falou a campanha inteira q ia sair de lá. enquanto isso, aquele monte de playboy idiota em chicago comemora como se fosse final de copa...

sábado, 8 de novembro de 2008

Acho que um Pit Bull é a solução pra crise

Futuro cão da família Obama gera polêmica na web
O futuro cachorro da família Obama já gerou polêmica na Internet, onde os internautas começaram a opinar sobre a cor e a raça do cão, ou a recomendar ao presidente que faça a opção por algum animal de rua.
O presidente eleito, Barack Obama, prometeu a suas filhas Sasha, 7 anos, e Malia, 10 anos, um filhote quando a família se mudasse para Casa Branca.
Diante de milhares de pessoas no meio de seu discurso após a vitória nas eleições, Obama reiterou a promessa de dar às filhas um animal de estimação.

"reportagem" inteira
http://noticias.terra.com.br/mundo/eleicoesnoseua2008/interna/0,,OI3313091-EI10986,00-Futuro+cao+da+familia+Obama+gera+polemica+na+web.html


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Tentei ser malandro, hahahahahahahaha, se é o Lula falando do Timão ou que o Ronaldo tava a cima do peso todo mundo enche o saco.
O Puppy e o Chamber também seriam uma boa solução pra crise.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Sobre o tempo

O homem que devora o tempo
ou o tempo que devora o homem?
O tempo que deveras some
O homem que devora o homem

Criação, criatura, cria, procria
Recria seu próprio tempo
Baliza sua vida vadia

Escorre, escarra pela vida
Transcorre, simplesmente transcorre
e corre já sem controle

O homem criou o tempo
ou o tempo criou o homem?
O homem que deveras some
O tempo que devora o homem

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Vale a pena conhecer......SKA-P

A todos los caídos, a los detenidos, a los que resisten en pie
A todos mis hermanos que nunca han callado, que no se han dejado vencer
Los que han sido humillados, a los que han golpeado las fuerzas de seguridad
los que siempre han sabido que hay gato encerrado en este sistema global

Vándalo, te hacen llamar vándalo, peligro social, vándalo
rebelde insurrecto, preparado para la batalla

A los que se dejan la piel, a los que nunca ha podido entender
cómo cayó en la red de la codicia todo el poder
A los insurgentes que contracorriente exigen justicia social
Y me da igual de dónde sean, no hay distancia, no hay fronteras
a una conciencia firme nada puede parar

Llegará, llegará, llegará, la balanza se equilibrará
Llegará, llegará, llegará

Ah, Ah, Ah, el redil es nuestro patíbulo

Alarma, neoliberalismo es hambruna, muerte y terrorismo
Alarma, neoliberalismo, prepárate

Por los oprimidos, desfavorecidos, a los que se deja morir
sus barrigas hinchadas, la muerte en sus caras por un interés mercantil
Y ahora tú debes de meditar ¿Quién es el vándalo en realidad?
Terrorismo de estado, opulento y armado, decide quién debe vivir

Vándalo, te hacen llamar vándalo, peligro social, vándalo
rebelde insurrecto, las cosas no se cambian desde tu sillón

Llegará, llegará, llegará, la balanza se equilibrará
Llegará, llegará, llegará el día de la victoria

Ah, Ah, Ah, el redil es nuestro patíbulo
Alarma, el neoliberalismo es hambruna, muerte y terrorismo
Alarma, el neoliberalismo, prepárate.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Ele não queria pegar a Pepsi

- Tem Coca?
- Não
- Não tem nada?
- Tem guaraná, Pepsi...
- Ah, então me vê uma pepsi!

O cara não sabe vender. Por que ele não perguntou se eu queria Pepsi? É a resposta mais natural "Coca não tem, serve pepsi?" Que boçal!

E mais uma coisa:
O Maradona é o novo técnico da Argentina

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Queimou legal...

Liga-me mamãe a tarde, estou estudando, com a famosa preguica de escutar. O computador quebrou. Como assim mae? quebrou, queimou, saiu ate fumaça dele. Xiiiiii, não tem mais jeito entao? Não, estou aqui na tia digitando minhas coisas pra escola, acho que é bom comprar um novo né? ve lá...

Meu super pc, que diziam ser movido a lenha, acabou em chamas. O falecido ameacou o suicidio a vida toda, e escolheu queimar justo agora, vo ficar sem pc na semaninha-pos provas-funcionario-publico.

Vai toma no cu Murphy!

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

FUDEU

tao acabando com a "discografias", no orkut, você clica na letra e nao aparece nenhum artista mais...

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=6244330

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u455850.shtml

eu acho ridiculo, hahaha, depois o pessu na facu fica se preocupando com o sistema capitalista que é antropofágico, no pior sentido da palavra, e com a relação capital x trabalho.

VAMOS SALVAR A COMUNIDADE NO ORKUT, LUTA E RESISTÊNCIA JÁ


de qualquer jeito é sexta-feira

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

MEU DEUS

Senhores alunos,
Conforme Deliberação da Congregação, comunico a suspensão das aulas nos dias 27 e 28/10/08, devido a comemoração do Dia do Funcionário Público.

isso é, nao vai ter aula de SEGUNDA e TERÇA

QUARTA-FEIRA o professor tem alguma porra de congresso em MG

SEXTA é ridículo naturalmente

MEEEEEEEU DEEEEEEEEUS, O BRASIL É VÁRZEA NÉ?


terça-feira, 14 de outubro de 2008

As dez músicas internacionais mais chatas de todos os tempos

O site americano RetroCrush fez uma pesquisa com cerca de 4 mil pessoas nos Estados Unidos e chegou a conclusão que estas são as dez músicas mais chatas de todos os tempos.
Veja a lista (caso queira baixar as canções para ouví-las, é só clicar no título):

1º. "Who Let The Dogs Out", de Baha Men (1998)
2º. "I Love You" , de Barney (666 BC)
3º. "You're Beautiful" , de James Blunt (2006)
4º. "Macarena", deLos Del Rio (1995)
5º."My Heart Will Go On" , de Celine Dion (1997)
6º. "It's A Small World", de Disneyland (1964)
7º. "Wonderful Christmastime", de Paul McCartney and Wings (1979)
8º. "Mambo #5", de Lou Bega (1999)
9º. "Axel F" de Crazy Frog (2005)
10º."We Built This City", de Starship (1985)

Ringo Starr pede aos fãs que parem de lhe escrever

Richard Starkey, mais conhecido pelo seu nome artístico Ringo Starr, após 45 anos de estrelado, não quer mais gastar tempo respondendo correspondências ou autografando fotos para os fãs.

O ex-baterista dos Beatle publicou um vídeo em seu site, no qual diz que nenhuma correspondência enviada após 20 de outubro será lida ou respondida.

"Eu estou avisando vocês com paz e amor. Eu tenho muito a fazer. Portanto chega de correspondência de fãs", disse ele no vídeo, exibido hoje por emissores britânicas.

Em um episódio da série Os Simpsons exibido originalmente em 1991, Ringo aparece respondendo todas as cartas que recebe. Marge Simpson recebe uma resposta dele décadas depois, afirmando que gostara de uma pintura enviada por ela.

domingo, 12 de outubro de 2008

deitando e rolando

Saramago defende filme de Meirelles de boicote nos EUA

da Efe, em Lisboa

O escritor português José Saramago, prêmio Nobel da Literatura em 1998, diminuiu hoje a importância do boicote da Federação Nacional de Cegos (NFB) dos Estados Unidos ao filme "Ensaio sobre a Cegueira", dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles.
Saramago afirmou à emissora "TSF" que os líderes da NFB se pronunciam sobre um filme que "infelizmente não puderam ver" e que julgam por comentários de terceiros.
"Isto não é uma polêmica, pois para que esta exista são necessários dois interlocutores. Neste caso, trata-se de uma associação de cegos que decide ter uma opinião sobre um filme que não viu",
declarou o escritor português.
Além disso, afirmou que "a estupidez não distingue entre cegos e não cegos" e que o protesto responde a "uma manifestação de mau humor sustentada em nada".
O Nobel de Literatura afirmou que tanto o livro como a adaptação cinematográfica são perfeitamente atuais, especialmente em uma sociedade como a dos EUA.
"Ensaio sobre a cegueira" vendeu mais de meio milhão de exemplares quando foi publicado nos EUA em 1998.
A adaptação para o cinema do diretor brasileiro Fernando Meirelles relata o caos que aconteceria na sociedade se todos ficassem cegos de repente.
A NFB condenou o filme por entender que os cegos são apresentados como incompetentes e depravados, além de convocar seus membros a protestarem diante das 75 salas nas quais a obra estreará hoje nos cinemas americanos.


http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u451758.shtml

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

A banalização de Romeu e Julieta

Não, não vou falar do clássico de Shakespeare que, diga-se de passagem, eu acho bem chatão. Quero protestar mesmo é com o que estão fazendo com a melhor combinação culinária de todos os tempos.
Um dia desses comi um pastel de Romeu e Julieta. Pensei que viria o autêntico, mas me decepcionei ao receber um ensopado de muçarela (é com “ce cedilha” mesmo, o Aurélio garante) com uma substância parecida com catchup adocicado, que ousaram chamar de goiabada.
Há tempos tenho reparado que há uma banalização no nome dos sabores. Antigamente pastel era de carne, queijo ou palmito. Hoje tem uma porrada. Na maioria dos casos nada mais é do que uma combinação relaxada dos sabores tradicionais, como o famoso sabor Pizza, que é carne, queijo e uma pitadazinha vagabunda de orégano. Já em outros, é uma tentativa de passar para o pastel sabores tradicionais em outros segmentos, como a banana com açúcar, bauru e, obviamente, o famoso Romeu e Julieta.
No caso do nosso aclamado doce, não é só a indústria do pastel que está manchando o nome da iguaria. Tenho constatado uma tentativa frustrada de adequar o sabor no ramo das pizzas, sorvetes, esfihas e até mesmo milk-shakes .
O verdadeiro Romeu e Julieta é feito com queijo minas e goiabada daquelas caseiras, grossas, que a gente come com a mão na maioria dos casos. Nessas condições tem um sabor imbatível, apreciado internacionalmente, e não o lamentável sabor do pastel que provei.
Todos sabem que eu sou grande admirador e entusiasta dos pasteis, das pizzas e dos milk-shakes. Também sou fã de um sabor novo, exótico. No entanto, lamento profundamente o que estão fazendo com a melhor de todas as combinações, nada mais é do que a banalização do verdadeiro, único e mineiro Romeu e Julieta.

Ass: Moleza

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Kadu Abecassis???


Seria Kadu Abecassis a identidade falsa do JR para tocar com a Malu? Será que é o nome artístico? Por isso que ele largou a faculdade?

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

domingo, 5 de outubro de 2008

Manhã, tão bonita manhã...

Outro dia levantei mal, dor de cabeça e fome. Peguei um biscoito, sentei no sofá e comecei a pensar. Após alguns pensamentos ruins, talvez em virtude da dor, comecei a pensar na vida. Os pensamentos pioraram. Como definir alguém que não está contente, não sabe o que quer fazer, esta sempre cansado, não faz nada e não tem tempo, deixa o tempo passar indiferente e ainda por cima acredita no futuro? Fiquei na dúvida ente ‘tolo’ e ‘idiota’. Comecei a rir de mim mesmo. A dor de cabeça passou.

Liçao do dia

Todos os poemas devem ser transformados em prosa. É simples, quando acabar uma linha, não pressione a tecla Enter, continue escrevendo, se necessário, coloque uma vírgula. Não se culpe por ser incapaz de produzir textos grandes, textos curtos também são bem-vindos.

todo mundo espera alguma coisa de um sábado a noite

Por volta de oito e meia da noite eu estava tomando banho e pensei: meus papais foram pro pico, vou fazer brigadeiro, bater um WE e ler o Fernando Novais. Saindo do banho, minha irmã estava jogando video game (Tony Hawk), abri o armário e não tinha leite condensado. Joguei um pouco de Tony Hawk com a irmazinha, pedi uma pizza doce e fiquei tocando violão com ela. Comi a pizza e minha irmã não deixou eu ler o Novais, trocamos uma idéia enquanto o Serginho não começava. O Altas Horas começou, Priscila Fantin, Beth Carvalho, Karen Jones (nome engraçado), uma banda do uruguai e o Riachão estavam no programa. Meus papais chegaram e o programa já tava acabando, quando o programa acabou peguei o laptop (no maior estilo Brudão) para dar uma passadinha, o Zé tava online, tava meio cabreiro com a faculdade. Agora são quase 6 da manhã, está passando a Missa do Padre Marcelo na Globo.


Moral da história: Nada que eu planejo dá certo.

Adendo 1: foi legal conversar com a irmazinha e o luquinhas e vencer minha irma no Tony Hawk.

Adendo 2: enquanto passava o púpito do Serginho eu fiquei imaginando com seria um púpito com o Silvio Santos apresentando (acho que seria insano).

Adendo 3: o Padre Marcelo tá falando da importancia de votar bem (risos).

Adendo 4: já tá ficando claro lá fora.

sábado, 4 de outubro de 2008

frases impossíveis de serem ditas seriamente

  1. Eu acho o hino nacional lindo
  2. Eu não bebo Antarctica nem fudendo
  3. Fico puto quando o professor falta
  4. Eu prefiro a segunda fase do modernismo brasileiro
  5. Sou anarquista
  6. Minha mãe é minha melhor amiga
  7. Eu tô fazendo o projeto da minha iniciação científica
  8. Beatles é uma banda comum
  9. O esporte que eu mais gosto é o handball [esse mesmo, aquele que quando o goleiro espalma pra fora, a bola ainda é dele]

sábado, 13 de setembro de 2008

Esperando o ônibus na rodoviária, olho de relance para um cachorro com manchas pretas pelo corpo. Ignoro-o e penso no tempo em que o ônibus vai demorar. Poucos segundos depois me volto para o cachorro novamente, fico na dúvida se ele está morto ou vivo. Fixo os olhos nele, a concentração é para perceber se o seu tórax se movimenta comprovando sua respiração. Impressionantemente durante poucos instantes eu apenas me concentrei no cachorro. A minha atenção era somente dele. Minha visão estava voltada unicamente para ele, minha audição inexistia nesse momento. Apenas um barulho estrondoso desviaria minha atenção. O cachorro estava vivo.

O ônibus chegou, saquei meus fones de ouvido e botei o som do Otto no último. No ônibus havia não mais do que 15 pessoas. Eu conseguia ver a cara de umas 6 delas. Todos estavam com caras de não estar pensando em nada, alguns cansados, e o cobrador quase cochilando. A mistura dessas caras de preguiça com o som simpático aos meus ouvidos fez com que eu me sentisse bem, mas ao mesmo tempo estranho, pois eu tava feliz, mas julgava precocemente que aquelas outras pessoas não estavam. Esse julgamento fez eu me sentir idiota, mas a minha sensação de bem estar no momento fez eu esquecer que era idiota.

sábado, 6 de setembro de 2008

sábado, 30 de agosto de 2008

talvez eu sonhe com uma vida ideal que na verdade nao seria o ideal pra mim
talvez oque eu queira mesmo é estabelecer metas das mais ridículas pro fim do mês
como alcançar a média ou o previsto pras vendas do mês de outubro,
voltar pra casa cansado e esperar o fim de semana pra nao fazer nada

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Queria saber me expressar melhor.......
Seria bom.....me sentiria melhor....

Mas não sou bom nisso.... é uma pena.
Tenho então vontade de gritar......tem hora que grito....não é o suficiente.

sábado, 16 de agosto de 2008

chuveiro, uma fonte de ideias?

Sempre que tomo banho, me vem a mente varias ideias: umas legais, outras bestas, as vezes acontece de encontrar solucões antes inimaginaveis. O certo é que, independente do pensamento, parece que penso de maneira totalmente diferente dentro e fora do chuveiro.

Eu pensava (já fora do chuveiro) que eu era o único maluco que fazia isso, até assistir um comercial na tv esses dias. Era de uma escola, curso profissionalizante ou algo do genero que dizia "vc só tem grandes idéias no chuveiro? venha para ??????? e desenvolva seu potencial"

Afinal, o efeito da agua caindo sob a cabeca afeta o pensamento?
Seria um chuveiro uma fonte de ideias?

terça-feira, 5 de agosto de 2008

2 velhinhas no cinema

Terça-feira. Fim das férias. 15:15. Onze pessoas no cinema.
Só vagabundo, aposentado e um moço que faz três matérias no semestre na faculdade e se acha esperto (ééé... talvez ele também seja vagabundo).

Duas senhoras sentaram-se e uma falou para a outra:

- Qual é o ouvido que voce ouve melhor?
- Esse aqui - respondeu a outra (eu não tava olhando parasaber se era o esquerdo ou o direito).
- Hum.
- Por isso que eu comprei legendado, uma vez eu fui no cinema e entrei na sala errada. Tava passando um filme brasileiro, não entendi nada.
- Eu não gosto de filme nacional, só tem palavrão e baixaria - comentou a outra.
- Eu também não.

No final do filme, saindo da sala

- Preciso fazer xixi - falou uma das velhinas.
- agbabsfgbgasf
- ymymrmrtmrt
- renreynrnryne

Não entendi o que eles falaram. Depois, uma delas comentou:

- Não gosto desses filmes, fiquei a maior parte do tempo com os olhos fechados - o filme era "Batman, O Cavaleiro das Trevas", imaginem se ela tivesse assistido aquele outro, que o Coringa falava "eu vo come o cu do Batman."

Depois uma delas entrou no banheiro e eu fui embora.

domingo, 3 de agosto de 2008

título

Por quanto tempo um texto é bom? Pra mim, ele fica uma merda um pouco depois do ponto final. Sei lá. queria saber escrever. É impressionante como nao adianta só ter uma idéia na cabeça. Aliás acho que idéia na cabeça todo mundo tem. Uma câmera na mão e uma idéia na cabeça nao deve dar certo. Glauber Rocha até que foi legal e tudo,mas isso só nao adianta...

terça-feira, 29 de julho de 2008

Reclamão? o gringo tem razão...

por Mario Prata.

Gringo vendo futebol

Um americano (não era o Shirts), na semana passada estava assistindo a um jogo de futebol comigo, pela televisão. Entendia a língua portuguesa, não entendia muito de futebol. E me fazia perguntas que me faziam pensar. A mais intrigante, foi esta:
- Por que aquele homem olha na chuteira do reserva, quando ele vai substituir o outro?
Já notou, quando o reserva vai entrar, tem que mostrar a sola da chuteira para o quarto juiz? O juiz olha como se estivesse vendo o casco de um cavalo. Expliquei para ele que há muitos e muitos anos atrás que nos sapatos e nas chuteiras usavam-se pregos para grudar a sola. Isto há mais de quarenta anos. Portanto, um jogador (por maldade ou descuido) poderia entrar em campo com um prego meio solto e machucar o adversário.
- Mas, se há tanto tempo não tem mais prego, por que olham?
Eu estava entretido com o meu timee disse não sei. Mas percebi que ele estava intrigado com o negócio. E insistiu:
- Os outros onze, quando entram, no começo do jogo, eles também olham a chuteira para ver se têm pregos?
- Não.
- Então por que esta implicância com os reservas? Olha lá, outro reserva entrando e mostrando a sola da chuteira. Por quê? Why?
O americano tinha lá suas razões. Se os titulares não mostram, porque o reserva tem que ficar ali naquela incômoda posição eqüina? E mais: se não tem mais prego, por que mostrar? Será que ninguém ligado ao futebol ainda não pensou nisto? O americano estava certo.
Mais um pouco e ele continuou com suas observações:
- Por que o locutor diz que o jogador caiu?
- Porque caiu, uai.
- Sim, eu vi que ele caiu. É televisão. Ele não precisa me dizer. Olha lá, dizendo que o goleiro pegou a bola. Eu vi! Será que ele não pode me deixar assistir em paz? É televisão ou rádio?
Penso:
- É que antes era rádio e eles acostumaram a narrar tudo.
- Mas então alguém precisa dizer para eles que a gente não é cego. Olha lá: dizendo que foi falta. Eu vi!!!
O americano estava certo, os nossos locutores de televisão acham que estão transmitindo pelo rádio.
- Se o juiz já disse que vai ter mais três minutos de jogo, se o sujeito já levantou a placa mostrando, se lá em cima da televisão está dizendo que vamos ter três minutos de acréscimo, porque o locutor tem que avisar a gente que vamos ter mais três minutos de jogo? E precisa dizer que o jogo vai até os 48? Não é meio óbvio?
O americano estava certo.
- Outra coisa – insistiu ele – você já notou que aquele jatinho de tinta branca que ele marca o campo na hora das falas, no final do jogo não sai mais quase nada lá de dentro? É porque foram muitas faltas, ou é o tubinho dele que não cabe mais spray? Olha lá, nem dá mais para ver a marquinha. Assim a barreira vai avançar.
O americano, mais uma vez, estava certo.
Quando acabou o jogo, ele (que há havia assistido a outros jogos comigo, disse):
- Quer apostar como o repórter de campo vai perguntar o que foi que faltou ao time?
O repórter perguntou.
Mais tarde, no boteco, ele me perguntou:
- E por que todos os jogadores negros raspam a cabeça? É da regra?

segunda-feira, 28 de julho de 2008

ler partitura é muito interessante porque você consegue tocar o que você não conhece

pau no cu, eu não quero tocar nada que eu nao conheço

quarta-feira, 16 de julho de 2008

esse dá pra ler, Brudão?

Bar ruim é lindo, bicho

Por Antonio Prata

Eu sou meio intelectual, meio de esquerda, por isso freqüento bares meio ruins.

Não sei se você sabe, mas nós, meio intelectuais, meio de esquerda, nos julgamos a vanguarda do proletariado, há mais de 150 anos. (Deve ter alguma coisa de errado com uma vanguarda de mais de 150 anos, mas tudo bem).

No bar ruim que ando freqüentando nas últimas semanas o proletariado é o Betão, garçom, que cumprimento com um tapinha nas costas acreditando resolver aí 500 anos de história.

Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos ficar "amigos" do garçom, com quem falamos sobre futebol enquanto nossos amigos não chegam para falarmos de literatura.

"Ô Betão, traz mais uma pra gente", eu digo, com os cotovelos apoiados na mesa bamba de lata, e me sinto parte do Brasil.

Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos fazer parte do Brasil, por isso vamos a bares ruins,que tem mais a cara do Brasil que os bares bons, onde se serve petit gateau e não tem frango à passarinho ou carne de sol com macaxeira que são os pratos tradicionais de nossa cozinha.

Se bem que nós, meio intelectuais, quando convidamos uma moça para sair pela primeira vez, atacamos mais de petit gateau do que de frango à passarinho, porque a gente gosta do Brasil e tal, mas na hora do vamos ver uma europazinha bem que ajuda.
A gente gosta do Brasil, mas muito bem diagramado. Não é qualquer Brasil.

Assim como não é qualquer bar ruim.

Tem que ser um bar ruim autêntico, um boteco, com mesa de lata, copo americano e, se tiver porção de carne de sol, a gente bate uma punheta ali mesmo.

Quando um de nós, meio intelectuais, meio de esquerda, descobre um novo bar ruim que nenhum outro meio intelectual, meio de esquerda freqüenta, não nos contemos: ligamos pra turma inteira de meio intelectuais, meio de esquerda e decretamos que aquele lá é o nosso novo bar ruim.

Porque a gente acha que o bar ruim é autêntico e o bar bom não é, como eu já disse.
O problema é que aos poucos o bar ruim vai se tornando cult, vai sendo freqüentado por vários meio intelectuais, meio de esquerda e universitárias mais ou menos gostosas.

Até que uma hora sai na Vejinha como ponto freqüentado por artistas, cineastas e universitários e nesse ponto a gente já se sente incomodado e quando chega no bar ruim e tá cheio de gente que não é nem meio intelectual, nem meio de esquerda e foi lá para ver se tem mesmo artistas, cineastas e universitários, a gente diz: eu gostava disso aqui antes, quando só vinha a minha turma de meio intelectuais, meio de esquerda, as universitárias mais ou menos gostosas e uns velhos bêbados que jogavam dominó.

Porque nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos dizer que freqüentávamos o bar antes de ele ficar famoso, íamos a tal praia antes de ela encher de gente, ouvíamos a banda antes de tocar na MTV.

Nós gostamos dos pobres que estavam na praia antes, uns pobres que sabem subir em coqueiro e usam sandália de couro, isso a gente acha lindo, mas a gente detesta os pobres que chegam depois, de Chevete e chinelo Rider.

Esse pobre não, a gente gosta do pobre autêntico, do Brasil autêntico.

E a gente abomina a Vejinha, abomina mesmo, acima de tudo.
Os donos dos bares ruins que a gente freqüenta se dividem em dois tipos: os que entendem a gente e os que não entendem.

Os que entendem percebem qual é a nossa, mantém o bar autenticamente ruim, chamam uns primos do cunhado para tocar samba de roda toda sexta-feira, introduzem bolinho de bacalhau no cardápio e aumentam em 50% o preço de tudo.
Eles sacam que nós, meio intelectuais, meio de esquerda, somos meio bem de vida e nos dispomos a pagar caro por aquilo que tem cara de barato.

Os donos que não entendem qual é a nossa, diante da invasão, trocam as mesas de lata por umas de fórmica imitando mármore, azulejam a parede e põem um som estéreo tocando reggae.
Aí eles se fodem, porque a gente odeia isso, a gente gosta, como já disse algumas vezes, é daquela coisa autêntica, tão brasileira, tão raiz.
Não pense que é fácil ser meio intelectual, meio de esquerda, no Brasil!

Ainda mais porque a cada dia está mais difícil encontrar bares ruins do jeito que a gente gosta, os pobres estão todos de chinelo Rider e a Vejinha sempre alerta, pronta para encher nossos bares ruins de gente jovem e bonita e a difundir o petit gateau pelos quatro cantos do globo.

Para desespero dos meio intelectuais, meio de esquerda, como eu que, por questões ideológicas, preferem frango a passarinho e carne de sol com macaxeira (que é a mesma coisa que mandioca mas é como se diz lá no nordeste e nós, meio intelectuais, meio de esquerda, achamos que o nordeste é muito mais autêntico que o sudeste e preferimos esse termo, macaxeira, que é mais assim Câmara Cascudo, saca?).

- Ô Betão, vê um cachaça aqui pra mim. De Salinas quais que tem?

http://www.meiointelectual.blogspot.com/

terça-feira, 15 de julho de 2008

- Doutor, foi o senhor que escreveu que eu não preciso soprar o bafômetro se me pararem num comando?
- Eu mesmo!
- Mas isso não seria crime de desobediência?
- Não!!!! Jamais!!!!! Constitucionalmente, você não é obrigado a produzir prova contra si mesmo!
- Entendi... então, se o guarda me pede pra parar, e eu tou bebaço, posso passar direto?
- Não!
- Mas por que? Se eu parar, vou produzir prova contra mim mesmo.
- Porque seria desobediência!
- Mas...
- Olha, tem que se usar o bom senso!
- Entendi... pediu pra parar, eu paro; pediu pra soprar, eu não sopro?
- Isso, você não é obrigado a produzir prova contra si mesmo.
- Certo... mas a minha carta tá vencida, se ele pedir meus documentos eu posso me recusar a mostrar, certo? Vou produzir prova contra mim mesmo...
- Não, não, não! Você não pode dirigir com a carta vencida!
- Nem bêbado.
- Olha, é tudo uma questão de...
- Bom senso, entendi! Mas o senhor não poderia ter tido o bom senso de NÃO ESCREVER essa merda no jornal?

domingo, 13 de julho de 2008

ééé...

Ser ou não Ser... Mas que Seja Longe de Mim


Eu sempre me perguntei onde os freqüentadores da Mostra de São Paulo se escondem durante o resto do ano. Na época da Mostra, eles podem ser encontrados ao montes na Avenida Paulista, discutindo a nova fase do cinema egípcio (isso porque acabaram de assistir ao primeiro filme egípcio de suas vidas, mas não entenderam o final direito) ou reclamando que os filmes iranianos “estão se tornando comerciais demais e perderam sua identidade criativa”.

Mas, no resto do ano, o número de intelectualóides diminui consideravelmente. Claro, alguns continuam sendo vistos nas imediações da Paulista – especialmente no Espaço Unibanco – desfilando com suas roupas que nada mais são que contradições climáticas (afinal, eles usam boina e cachecol com bermuda e papetes). Mas estes são apenas criaturas desgarradas do rebanho e não correspondem a 10% da população total de intelectualóides da cidade.

E aí cabe a pergunta: onde ficam os outros? Será que passam o ano escondidos num enorme galpão, assistindo filmes do Godard até o começo da Mostra, quando eles recebem dos seus líderes o catálogo do festival, junto com as ordens de conquistar a Avenida Paulista? Ou se organizam em pequenas células terroristas, elaborando planos mirabolantes para conquistar um Cinemark e promover um festival de cinema húngaro?

Aos poucos, tenho descoberto que eles ficam, na verdade, procurando outras formas de cultura. Cinema, para eles, só existe durante a Mostra. Nos outros meses do ano, eles dedicam-se a freqüentar peças de teatro amador, exposições de arte e leituras de poesia, sempre com aquele ar blasé de quem está absorvendo cultura e disparando seus comentários repleto de polissílabas e expressões rebuscadas, mas que normalmente tem a profundidade de um pires.

Dias desses fui ao teatro com a Sra. Gordon e uma amiga dela. Sempre gostei de teatro, mas admito que vou muito menos do que gostaria, por basicamente dois motivos: primeiro, minha conta bancária mal consegue lidar com as paixões que eu tenho (jantares, cinema, DVDs, CDs, quadrinhos etc), e uma nova paixão iria deixar meu saldo em frangalhos; segundo, meus horários de puta jornalista não permitem nem que eu tenha a certeza de vou almoçar no dia seguinte, quanto mais saber que estarei livre no dia e horário da peça.

Enfim, esta semana consegui achar uma brecha e fomos assistir a uma peça produzida por uma amiga da Sra. Gordon Mas, apesar de ter gostado do espetáculo, saí de lá com uma certeza na cabeça: o teatro brasileiro sofre de um grande problema. E este problema é o público, que está cada vez mais dominado por intelectualóides.

Claro, eu já deveria ter desconfiado de que estaria me enfiando num reduto de intelectualóides se tivesse simplesmente juntado os fatos. Na minha cabeça, eu estava apenas indo ao teatro com a namorada, mas, na verdade, eu deveria ter me preparado para ir a uma peça de teatro amador em Pinheiros – o que, no mundo dos intelectualóides, deve ser um equivalente a uma semifinal de Copa do Mundo.

Comecei a desconfiar no que havia me metido já no saguão do teatro, minutos antes da peça. Olhando ao redor, estranhei o fato de que eu – usando apenas calça jeans e uma camisa – era o homem mais bem vestido do lugar. Justo eu, que não consigo ser o homem mais bem vestido do lugar nem mesmo se colocar um smoking e ficar sozinho em casa. Estudando as pessoas do lugar, avistei uns dois pares de papetes, alguns cachecóis e – claro – uma boina. E, obviamente, uma pessoa sentada em um canto, lendo um livro arrebentado.

Todas as pistas estavam ali, na minha frente: a boina, as papetes, o livro arrebentado (intelectualóides estão sempre lendo livros caindo aos pedaços) os ares de superioridade e as olhadelas pedantes por cima dos óculos de aros grossos e vermelhos – porque nem todo mundo que usa óculos vermelhos é intelectualóide, mas todo intelectualóide usa óculos vermelhos.

Percebi o que estava acontecendo. Eu estava no meio de uma ninhada de intelectualóides.

Obviamente isso fez com que a peça (que narra três histórias diferentes e é bastante interessante, mesmo com o texto arrastado demais em um ou outro momento) saísse perdendo, já que os melhores personagens estavam na platéia e não no palco. Convenhamos, não dava nem para competir. Afinal, qual nem Shakespeare, Tennessee Williams ou Nélson Rodrigues, juntos, poderiam criar algo tão estranho quanto aquele ser que se sentou na minha frente e começou a tirar a roupa no meio da peça?

Não, não estou exagerando.

No meio da peça, a criatura, de aproximadamente sete metros de altura e pesando uns 9 kilos (eu consegui identificar como bípede; calculo que era humano, mas não sei o sexo, já que a cabeleira mostrava apenas que ele (a) era parecido (a) com o Sideshow Bob, dos Simpsons) levantou a camiseta até o meio das costas e apoiou o rosto nos joelhos, numa clara demonstração de “estou consumindo cultura, e nem o calor pode me atrapalhar neste momento”. E eu ali atrás, olhando aquelas costas “bronzeadas” e “musculosas” (vela de sete dias mode: on).

Então, ao assistir uma peça de teatro amador, você escolhe: ou senta-se na frente e corre o risco de ter que participar do show – afinal, muitas peças querem bancar as modernosas e fazem os atores interagirem com a platéia (quer a platéia queira isso ou não) – ou você se senta lá trás é obrigado a presenciar uma palmeira-albina-metida-a-cult exibindo o corpinho que Deus lhe deu porque como ela está num ambiente cultural, faz questão de mostrar a todo mundo que está se sentindo em casa. Faltou só começar a coçar as frieiras na minha frente. Ô fase.

Curioso é que olhei ao redor e os outros intelectualóides continuavam vestidos. Claro, todos faziam aquela cara de conteúdo, com o rosto apoiado em uma das mãos e o olhar perdido, mas, ainda assim, vestidos. Típico. Num lugar com 90 intelectualóides, o mais estranho deles, que tem mania de tirar a roupa no teatro, vai se sentar logo na minha frente. É sempre assim.

Passei a última meia hora da peça me controlando para não acender um cigarro – já que as pessoas podem tirar a camisa, eu posso fumar – e começar a bater as cinzas nas costas do it (porque, como eu disse, não sei ainda se ele he ou she, então vamos de it) e me concentrei na peça. E, confesso que fiquei chateado quando acabou, porque eu realmente estava gostando. Mas nem tive tempo para pensar nisso, pois, enquanto me levantava, uma mulher atrás de mim comentou com a amiga:

– Nossa, eu adorei a montagem. Como eles usaram bem a linguagem cinematográfica na narrativa, você reparou?

Deus do céu. Porque não dizer apenas que “gostei da peça”? Tem que ficar inventando teorias de linguagem para gostar do que viu? Não basta apenas dizer que “foi bem legal”? Tem que ser sempre uma narrativa aristotélica que causa uma ruptura na semiótica teatral clássica dos anos 50? Imagino uma pessoa dessas assistindo Star Wars e comentando o filme com o George Lucas depois, dizendo que:

– ... mas o que me chamou a atenção mesmo foi o foco narrativo episódico, com diálogos entrecortados e metafóricos, abordando com sutileza cortante o modo de pensar das religiões asiáticas.

E o George Lucas respondendo: “Hã... Ok”.

Sério, que povinho sacal.

Gostei da peça? Gostei. Mas isso não me impediu de voltar para casa e ler um Homem-Aranha antes de dormir, sem ficar procurando referências pictográficas aos quadros de Goya em cada quadrinho.

Falando sério, se você é metido a cult e quer mostrar que é inteligente, intelectual e escolado no mundo das artes, uma dica: fique em silêncio. Isso dá um ar intelectual indiscutível. E, mais importante, você não corre o risco de dizer bobagem, algo que, inevitavelmente, você vai dizer, no máximo, na terceira frase.

Mas, caso você queria realmente sair por aí cagando regra sobre o filme, a peça ou o livro, segue o Top 5 expressões que todo intelectualóide usa, invariavelmente, ao comentar uma obra artística:


1. “Resgate”

2. “Ruptura”

3. “Rompe os parâmetros”

4. “Brinca com os estilos”

5. “Provoca o público”



http://champ-vinyl.blogspot.com/2008/05/ser-ou-no-ser-mas-que-seja-longe-de-mim.html

13 de julho: Dia mundial do Rock




meio engraçado esse dia

sábado, 5 de julho de 2008

um relato...

Sabado de manha, entro no metrô e sento-me em um banco. No mesmo instante, entra um maluco com uma sacola na mão e começa a vender balinhas. Logo após entra um menino de uns 8 anos (que mais tarde descobri ser filho do maluco) com uma sacola idêntica. Ao perceber a chegada do menino, o malucao conversa com ele e encosta na porta, enquanto o filho continua a vender as balas. O maluco retira do bolso um celular todo equipado (com câmera, mp3, tela colorida, etc.), liga um fone e começa a escutar música. E o filhao ainda vendendo as balas...

...

Pegando agora um gancho forçado no post abaixo, na questao da "evolução" ao longo da historia:

Nao é espantoso ver uma criança trabalhando, forçada pelos pais? e saber que o suado dinheiro ganho com as balas é utilizado pra comprar um celular com mil e uma opcoes?

o tal menino provavelmente nao estuda, só trabalha. Provavelmente nunca ira saber de que modo a america foi descoberta, ou mesmo se vive no feudalismo ou no capitalismo. Seus pais provavelmente nao tiveram melhor sorte. Mas todos eles acreditam que vivem muito melhor, porque têm aquele aparelho super moderno e útil qua aparece nas propagandas e que o pessoal usa nas novelas...

Que tipo de evolução houve do feudalismo pra cá?

Pauleta de volta...

Necessidade de desmantelar o sistema de ensino!!!

Baseando-se nos materiais didáticos utilizados nos sistemas de ensino mais renomados dos cursos de ensino médio e pré – vestibulares freqüentados pelas classes médias e altas, podemos verificar que a História ensinada é direcionada apenas para a formação de seres com concepções estritamente econômicas, taxativas, truncadas e sem a mínima valorização do espírito crítico e do estudo entusiasmado da personalidade humana.
Não que o estudo econômico não seja importante, mas a maneira como é ensinada a História, nessas maçantes apostilas de colegial, condiciona o indivíduo na impressão de que não existem pessoas com desejos ardentes e latentes movendo a história e sim apenas estados, crises e sistemas, e também não nos deixa imaginar que existissem humanos – históricos e atuais – com pensamentos próprios, peculiares e criativos, extrínsecos à grande máquina de encadeamentos técnicos.
Ao estudarmos, por meio do ensino mencionado, a “descoberta” do Brasil e América, temos muitas páginas falando sobre transição do feudalismo para o capitalismo, as crises que atingiram a Europa no início do século XV, a ascensão da burguesia, o crescimento urbano e muito pouco, ou quase nada, se menciona os ideais filosóficos do humanismo renascentista que valorizava o crescimento do homem e do seu mundo, o espírito de aventura e curiosidade pelo desconhecido dos navegantes e os nítidos impulsos místicos e religiosos.
Os vários parágrafos que tratam sobre os motivos políticos e econômicos são extremamente técnicos e, dessa forma, nos põe de lado a consciência do quando é fundamental a inspirada tentativa de desvendar os movimentos mentais, passionais, fetichistas, e meramente psicológico por trás de cada ação ocorrida.
O antropólogo contemporâneo Gustavo Steinberg, que estuda a Teoria das Redes (os fatores sociais a partir das redes de interesses), acredita que os interesses de cada humano, dos mais singulares possíveis, moldam a estrutura econômica com muito mais eficiência do que a simples dicotomia das classes sociais. Não que a monstruosa exploração do homem pelo homem e as injustiças não sejam reais deveras, mas somos compelidos a falar das diferenças sociais como o único viés possível para compreender o ser humano. Esse viés, quando é único, atrapalha nossa sensibilidade para o aprofundamento na complexidade da personalidade. Há uma série de elementos na memória individual de cada indivíduo que compõem nossas fantasias e desejos em relação aos objetos e às pessoas ao nosso redor. Dessa forma, mesmo um sujeito que esteja passando fome, ao pensar no feijão, ele não pensa apenas em saciar a fome, ele pensa em determinado tempero para a comida, nas pessoas que lhe faziam companhia quando ele podia alimentar-se, e enfim... Conclui-se, então, que somos seres fetichistas.
O fetiche é um fator de grande importância que tanto nos faz bem para nos estimular à criatividade e nos fazer seres únicos quanto nos torna imaturamente suscetíveis, obviamente que de maneira nada saudável e bem próxima à patologia do consumismo, aos slogans e propagandas capitalistas.
É claro que em se tratando da Europa no século XV estamos falando de um mundo e contexto distantes do neoliberalismo acirrado e da globalização mentora de propagandas chamativas estimulante do culto às marcas e aos logotipos, mas, mesmo assim, será que o fetiche intrínseco ao culto da busca por status, posições sociais privilegiadas, píncaros hierárquicos não é um fator relevante que acompanha o humano desde os primórdios? E não seria ele um fato real – mesmo que ele ocorra de forma distinta da obcecação imatura de hoje pelos produtos atuais, que são muito mais o desejo imposto propaganda do que a utilidade em si – na motivação do Europeu na descoberta da América? Será que existe grande diferença na estrutura da personalidade humana seja dos antigos gregos e egípcios, seja do homem da idade média, seja do homem atual? Houve algum tipo de evolução e modificação?
O estudo condicionado mencionado da História tenciona nos deixar susceptível a ter uma estreita visão de que existe certa forma de evolução na transição de um sistema para o outro, ficamos compelidos a acreditar, por exemplo, que o capitalismo é superior ao feudalismo e, por conseguinte, apresenta menos injustiças. Que o humano que escravizava já não escraviza... Mas isso é mesmo uma verdade?
Não. Uma mínima consciência nos faz ver que não houve evolução no altruísmo e benevolência no que compõe a estrutura da sociedade: a exploração do homem pelo homem continua da mesma forma voraz que havia na Antigüidade; temos, na atualidade, a escravidão infantil na confecção de tênis depois vendidos por lucros exorbitantes e também venda de mão de obra demasiadamente baratas, de maneira que possibilite o sujeito explorado a manter a sobrevivência e nada mais. A escravidão não se extinguiu.
Somos seres exploradores desde quando o homem racional existe, portanto, não houve grandes modificações de personalidade através da história e nem uma evolução positiva na benevolência humana.Somos tanto seres exploradores como também místicos e fetichistas, e, por conseguinte, criativos e criadores. Nossas produções artísticas e intelectuais não são sempre as mesmas. Não que haja evolução, mas há, sim, acúmulos e expansões de artes de todas as espécies. O que diferencia um ser de muitos séculos atrás de um ser atual é o estilo de sua produção cultural.
Mas o sistema de ensino atual, que impera como reflexo do hediondo sistema capitalista, nos priva a ciência desse fato luzidio e impregna aos seus discentes pouco lúcidos a crença de que os motivos lúdicos, a imaginação rebuscada, o imaginário, os anelos passionais, a busca pelo desconhecido, o instinto do novo, aguçado pela curiosidade ardente do inefável, que tanto tiveram influência na Europa na época descoberta da América, são fatores irrelevantes que merecem não mais do que a vaga inferência de que esses são fatos que foram ínfimos modificadores do curso da História.
E também não é estimulada nenhuma tentativa de desvendar o verdadeiro sentido da intensidade do impulso pela aventura marítima que, para o historiador Bóris Fausto, “não é possível tentar entendê-la com olhos de hoje”, em uma época em que “estávamos muito distantes de um mundo inteiramente conhecido, fotografado por satélites, oferecido ao desfrute por pacotes de turismo. Havia continentes mal ou inteiramente desconhecidos, oceanos inteiros ainda não atravessados. As chamadas regiões ignotas concentravam a imaginação dos povos europeus, que aí vislumbravam, conforme o caso, reinos fantásticos, habitantes monstruosos, a sede do paraíso terrestre”.
Bóris Fausto conta ainda que “Colombo pensava que, mais para o interior da terra por ele descoberta, encontraria homens de um só olho e outros com focinho de cachorro. Ele dizia ter vistos três sereias pularem para fora do mar, decepcionado com seu rosto: não eram tão belas quanto ele imaginara. Em uma de suas cartas, referia-se às pessoas que, na direção do poente, nasciam com rabo. Em 1487, quando deixaram Portugal encarregados de descobrir o caminho terrestre para as Índias, Afonso de Paiva e Pero da Covilhã levavam instruções de Dom João II para localizar o reino do Preste João. A lenda do Preste João, descendentes dos Reis Magos e inimigo ferrenho dos muçulmanos, fazia parte do imaginário europeu desde pelo menos meados do século XII. Ela se constitui a partir de um dado real – a existência da Etiópia, no leste da África, onde vivia uma população negra que adotara um ramo do cristianismo”.
Isso nos faz ver que não apenas a economia que move a História, como também os anseios pelo lúdico e a busca pelo desconhecido. Mas se alguns historiadores, embora com a consciência de que não devemos tomar os fatores aventureiros como fantasias desprezíveis, são crentes de que “não há dúvida de que o interesse material prevaleceu”, outros não são mais cabais a considerar a História movida por aspectos místicos do desejo humano.
Um grande exemplo é o autor citado no prefácio do livro de Sérgio Buarque de Holanda, Visão do Paraíso que acredita que tal visão foi “principalmente responsável pela grande ênfase atribuída na época do Renascimento à natureza como norma dos padrões estéticos, dos padrões éticos e morais, do comportamento dos homens, de sua organização social e política”.
E, além disso, questiona se “os motivos edênicos não poderiam dar margem a uma ampla teoria, onde toda a História encontraria a sua explicação”.
Nada aprendemos na escola sobre a esperança do Europeu do encontro do Jardim do Éden ou sobre o que Colombo esperava aqui encontrar na América. Quando há a pequena menção das motivações humanas é, na maioria das vezes, os motivos totalmente econômicos e políticos da Coroa européia.
É lógico que não pode se negar que esses motivos existiram e tiveram influência indelével, mesmo assim, nesse estudo, não é esmiuçada e aprofundada a tentativa de cavoucar o verdadeiro pensamento do rei ou da rainha por trás do investimento e financiamento das grandes viagens marítimas.
O sistema de ensino esquizofrênico, que despreza da História os seus mais ricos aspectos humanísticos e culturais, e professores atuando como pessoas automaticamente condicionadas na missão psicótica e obcecadas em fazer com que os seus aprendizes repitam informações como fórmulas matemáticas sem desenvolver a liberdade de questionamento e a valorização da singularidade do cérebro de cada ser vivo – históricos e contemporâneos – como grandes modificadores da estrutura da sociedade, é reflexo do capitalismo vigente que opera como uma grande e eficiente máquina que tenciona moldar cada humano como uma peça que opera para a manutenção do funcionamento do grande aparelho que esteia o sistema.
Desde que existem pessoas no mundo, em cada momento histórico, houve um sistema operando como a grande máquina e suas peças em funcionamento. O que nos é induzido a estudar são as ações da peça em funcionamento eficaz e não a estrutura consciente e inconsciente de cada uma delas.
Mas, sempre existiu, e sempre existirá, aquelas peças que, por ter desenvolvido a consciência, pára de funcionar e passa a ser um pensamento por si só e não mais uma peça que apenas contribui com a grande máquina.É certo que o atual sistema econômico funciona eficazmente porque a maioria dos indivíduos opera nele sem questionamento e, quando ele há, sem grande avidez para a mudança. São apenas as raras peças fora do eixo que adquirem lucidez e inspiração para pesquisar e ser capaz de traçar uma História distinta daquela que nós nos acostumamos a absorver.

Esse ensaio foi um seminário apresentado por mim, Paula Cicolin, na disciplina História da América na Universidade Federal de São Paulo.

sábado, 28 de junho de 2008

ahhhhhhhhh

eu sei que o ug nao é diário, mas vou ter que desabafar aqui no momento


bom, eu to praticamente de férias...
hoje é sábado, e é dia de voltar pra limeira. descolei uma carona pra hoje cedo, eu e a lelê embarcariamos umas 10 da manha no carro da mina, mas aí só restou um lugar, e entao a gente resolveu ir de onibus. o próximo horário do busão (o famoso cometa) era 14:00. beleza. enrolamos um pouco depois da carona ter furado, comemos uma coxinha e entramos no busao que vai até a rodoviária. chegando lá fomos até o odioso guiche, que sempre me deixa nervoso, pra comprar as passagens. eu tava feliz, nao via a hora de chegar em casa, ver uns videos bestas no youtube e ligar pro dézao pra saber se amanha era dia de espetáculo do carrossel, o moleza estaria no msn depois de ter almoçado na vó dele, o nando também estaria mas nao ia falar comigo (alguem fala muito no msn com o nando?). chegando lá fiquei todo feliz que o cara nao percebeu que eu nao tinha o carimbo da carteirinha pra provar frequência, e cai na besteira de acreditar que sairia do guichê feliz. quando ele acabou o procedimento burocratico, me disse que eu tava comprando A ÚLTIMA PASSAGEM do busão. eu e a lelê nos olhamos e eu fiquei com vontade de quebrar a minha cabeça no vidro do maldito guichê. as nossas malas tavam enormes porque a roupa suja acumulou, já que eu nao voltei o ultimo fim de semana pra limeira. o próximo busão é 19:10 (agora é 15:56 e eu escrevo de uma lan house). decidimos entao que a lelê iria no das 14 e levaria todas as malas, e eu daria a a bunda até 19:10. depois que ela embarcou eu decidi que nao ia pegar um onibus pra voltar pra casa, e então resolvi colar a pé aqui no centro. mas no meio disso, me deu uma vontade imensa de cagar. vivi uma situação única : caguei no banheiro da rodoviária sem pressa alguma, e até que eu arranjei uma privada limpinha. me senti em casa. acabei e vim a pé até aqui, na lan house. perguntei pro cara quando de tempo dava $2,75 (é tudo que eu tenho na carteira). ele respondeu que dava uma hora e vinte mais ou menos. falei com o brudão no msn e agora to postando aqui. falta 17 minutos.

sábado, 21 de junho de 2008

O Brudão tem o dinossauro e eu...

Terça feira não tinha bandejão, comi um dog na reitoria. Quarta-feira tinha bandejão e uma feira Pans, com CDs, LPs, DVDs, livros, revistas em quadrinhos, mangás e outras bugigangas. Comi e fui olhar os LPs com a esperança de encontrar o Sgt. Peppers ou, no minímo o The Dark Side.
Fui na primeira banca de discos e comecei a procurar... Chico... Smiths... Rush... Beatles!
Beatles! Rubber Soul... Yellow Submarine... Let it Be... Magival... Revolver... e nada do pimenta.
Fui na segunda banca de discos... Raul... Chico... e um disco colorido com um monte de gente na capa e umas flores na frente. Peguei para ver se não era una dessas brincadeiras:







Felizmente era o Sgt. Peppers verdadeiro. Perguntei:

- Quanto tá esse? - apontando para o disco.
- R$25,00 - respondeu o cara.

Abaixei a cabeça e fui embora, só tinha R$20,00 na carteira, nem tentei pechinchar. Talvez naquela hora eu não quisesse tanto assim o disco.
Fui pra aula. No intervalo encontrei o JR perdido na fflch.
Quando acabou a aula voltei pra feira e perguntei se o cara não me vendia o disco por R$20,00.

- Puta... esse não dá - respondeu o vendedor.

Aí um cara da FEA viu o disco e o comprou. Aí eu dei uma puta encarada nele e ele falou:

- Chupa otário!

Eu dei um soco na cara dele peguei o disco e saí correndo.

Mentira, mas seria legal.

Na verdade foi assim:

Quando acabou a aula voltei pra feira e perguntei se o cara não me vendia o disco por R$20,00.

- Puta... esse não dá - respodeu o vendedor.

-Ah! Tudo bem eu faço por R$20,00 - mudou de idéia.

Comprei o disco. Fiquei felizão. Liguei para o Moleza e para minha irmã para contar.
Cheguei em casa e mostrei o disco pro meu tio, ele falou:

- Ah! O Sgt Peppers! Eu tinha, mas vendi. A vitrola, eu joguei fora.

Nota zero pro titio.
Agora o Moleza tem a ditadura, o Brudão tem o dinossauro e eu, o vinil do Sgt. Peppers.

domingo, 1 de junho de 2008

LUALF II X Pearl Jam

Serra recua e Pearl Jam toca no Pacaembu


Os fãs do Pearl Jam podem se preparar para assistir aos shows da banda norte-americana no estádio do Pacaembu, em São Paulo, nos dias 2 e 3 de dezembro. O prefeito José Serra (PSDB) acertou a liberação do estádio com uma série de exigências, batizada por seus colaboradores de "tolerância zero".

Serra havia suspendido a realização de shows no estádio por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em 19 de setembro, após queixas de moradores da região do Pacaembu por conta do barulho causado por evento que deveria ter terminado às 22h, mas que acabou à 1h.

Na ocasião, o diretor do estádio, o ex-juiz de futebol José de Assis Aragão, foi demitido.Em 6 de outubro, após reclamações de produtores do show, que ameaçaram levar a apresentação para outra cidade, Serra disse considerar ""uma certa chantagem" o fato de empresários insistirem que o Pacaembu era o único espaço viável para o evento.

Após se reunir na terça-feira à noite com auxiliares, Serra recuou e decidiu dar uma ""última chance" para a realização de shows no Pacaembu. O prefeito, segundo assessores, considerou que a cidade tem necessidade de atrair grandes eventos, mas determinou regras rigorosas para a realização de shows no Pacaembu.

A SPTuris estima que os dois shows podem gerar cerca de R$ 6 milhões na cadeia produtiva do turismo na cidade.

Show até 21h45

As apresentações do Pearl Jam são as últimas reservadas para o estádio neste ano e terão de ser encerradas às 21h45 --15 minutos antes do horário máximo permitido. Os ensaios também só serão autorizados à tarde, e com duração de, no máximo, 30 minutos.

Esquemas especiais para evitar transtornos aos vizinhos do estádio serão montados pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), pela Subprefeitura da Sé e pela Polícia Militar.

Quem for ao show da banda só poderá estacionar os veículos em bolsões especiais. Os fiscais também vão controlar a presença de ambulantes, especialmente nas ruas de acesso ao estádio.

A Polícia Militar também vai organizar uma operação especial para evitar ocorrências de furtos e roubos nas casas vizinhas. Os policiais estarão orientados a não permitir a ação de flanelinhas.

Os problemas de trânsito, segurança e a presença de ambulantes e flanelinhas nas ruas residenciais são algumas das reclamações dos moradores da região.

O presidente da CIE Brasil, Fernando Altério, produtor dos shows do Pearl Jam, terá de assinar um termo de compromisso para a limpeza do interior do estádio, da praça Charles Miller e das ruas próximas. O contrato preparado pela prefeitura também vai impor multas, caso não ocorra o cumprimento das regras.Altério disse que só vai se pronunciar sobre as condições impostas pela prefeitura amanhã.

Decisão final

Após a apresentação do Pearl Jam, Serra pretende analisar as possíveis ocorrências no estádio e na vizinhança para decidir, em definitivo, se vai proibir a realização de shows no Pacaembu.

Na liberação para a banda norte-americana pesou o fato de que não seria possível achar outro espaço adequado para apresentação até as datas previstas para os shows no Pacaembu.

O Parque Antártica, por exemplo, receberá uma partida de futebol. Já o Morumbi é considerado muito grande pela banda.A prefeitura chegou a pensar em transferir o show para a Arena Skol, localizada ao lado do sambódromo (zona norte). A idéia foi abandonada porque não existia condições de segurança necessárias para receber um público estimado em 40 mil pessoas.

Os produtores também tinham restrições para a realização de shows na arena, por considerar o espaço pequeno e pela dificuldade em conseguir patrocínio de outras marcas de bebida.

ALEXSSANDER SOARES
da Folha de S.Paulo


20/10/2005

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u54474.shtml

sábado, 31 de maio de 2008

LUALF

Protagonizado por seres da mais pura malandragem carrosseltica, virou tradição (assim como tudo que fazemos por uma única vez).

Só quem foi sabe...









ps: maldita viatura

sábado, 24 de maio de 2008

Créu X La Bamba

Reparem no começo das duas canções:

Para bailar la bamba, se necesita una poca de gracia

Pra dançar créu tem que ter disposição

É quase um plágio

sexta-feira, 16 de maio de 2008

quinta-feira, 1 de maio de 2008

quebrando a teoria da evolução

Antoni Vivaldi - As Quatros Estações - Primavera - 1723



Legião Urbana - As Quatro Estações - Há Tempos - 1989



Sandy & Júnior - As Quatro Estações - Vamo Pulá - 1999



*as datas são do ano que as obras foram compostas, e não a da apresentação dos vídeos

Top 10 - Revista Ricreem

Singin' Alone (1982) - Arnaldo Baptista
Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (1967) - The Beatles
Magical Mystery Tour (1967) - The Beatles
Who's Next (1971) - The Who
Mutantes (1969) - Os Mutantes
Construção (1971)- Chico Buarque
Moving Pictures (1981) - Rush
Pictures at an Exhibition (1972) - Emerson, Lake & Palmer
Hot Rats (1969) - Frank Zappa
Incense and Peppermints (1967) - Strawberry Alarm Clock

o Futebol...

é a coisa mais importante das menos importantes

ou

a menos importante das mais importantes?

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Pra quem tinha dúvidas: Não, o Google não sabe tudão.

Quinta feira, 24 de abril: Sentei-me para fazer um trabalho que por acaso eu tinha que entregar e apresentar no dia seguinte. O tema? mecanismos de contração e expansão.
Estava tranquilo pois achei que o Google iria resolver essa, depois eu iria dar aquela estudada pra apresentação e pronto, resolvido.
Porem, o Google nao encontrou porcaria nenhuma, tivemos que escanear toda a apostila (bem nas coxas) e, obviamente, nos fodemos legal no trabalho.

Ao contrario do que todo mundo pensa, principalmente Zé e Dézao que afirmam que o google sabe tudo, o Google é como a tecnologia desses aparelhos modernos: é bom, legal, interessante, mas NUNCA funciona quando voce precisa dele.


ass:Moleza

Ps: eu sempre falei que o Cadê humilha o Google.

terça-feira, 22 de abril de 2008

O Black é o Axé da gringa.......ou o Funk

Vejam só se há uma semelhança entre as letras da chamada música black com nosso axé ou nosso funk.
Vale lembrar que trata-se aqui da música black da moda.....aquela que passa o dia todo na MTv, na novela malhação etc.
São algumas letras escritas para a vocalista Fergie (aquela do Black Eyed Peas ):

Fergalicious

Definição Fergaliciosa faz os garotos ficarem loucos
Eles querem meus tesouros e ficam curtindo ver minhas fotos
Você pode me ver (você pode me apertar)
Eu não sou fácil (eu não sou vagabunda)
Eu tenho razões para provocar, esses garotos apenas vêm e vão como estações do ano
Fergaliciosa (tão deliciosa)
Mas eu não sou safada
E se você tinha suas dúvidas, toda essa m*rda é caô
Eu mando beijos que deixam os caras doidinhos
E eles se juntam na rua, só pra me ver passando

[Refrão]
É tão delicioso (que gata)
Tão delicioso
Eu deixo os caras loucos
É tão delicioso
Eles querem experimentar o que eu tenho
Eu sou Fergaliciosa, g-g-g-gostosaa

Hey Mama

Hey, mina, este é o lance que faz você curtir, mina?
Vá para a pista e mexa a sua bunda, mina
Nós explodimos, explodimos pra valer com este som

Lindinha, faça valer o seu rebolado
Agite essa coisa como uma cidade de pecado
Hey Shorty, eu sei que você queria festeja e
o jeito do seu corpo faz com que eu me sinta realmente muito
mau
Lindinha, faça valer o seu rebolado
Agite essa coisa como uma cidade de pecado
Hey Shorty, sei que você queria festejar
O jeito do seu corpo faz com que eu me sinta realmente muito
mau.

I Got It From My Mama

Garota, onde você arranjou esse corpo?
Me diga onde você consegui esse corpo.
Garota, onde você arranjou esse corpo?
Me diga onde você consegui esses melões.
Eu o herdei da minha mãe
Eu o herdei da minha mãe
Eu o herdei da minha mãe
Eu o herdei, herdei, herdei, herdei...

Garota, onde você arranjou esse corpo?
Me diga onde você consegui esse corpo.
Garota, onde você arranjou esse corpo?
Me diga onde você consegui esses melões.
Eu o herdei da minha mãe
Eu o herdei da minha mãe
Eu o herdei da minha mãe
Eu o herdei, herdei

Gata com boa aparência da cabeça aos pés.
Excesso de beleza, corpo fora de controle.
Ela tem vinte e quatro anos, podia ser uma modelo.
Tão bonita, e tudo natural.
A mamãe com boa aparência da cabeça aos pés.
Ela tem quarenta e quatro anos, mas ainda é uma beleza.
E você pode dizer à filha mesmo ela não estando na idade da mãe
Porque a mãe dela parece ser sexy, guardando todo aquele calor.
Então seja uma boa menina e agradeça à sua mãe.
Ela me faz ferver como uma sauna.
Olha só, olha só, ela tá vindo agora.
Olha só, olha só, aí vem ela.

Garota, onde você arranjou esse corpo?
Me diga onde você consegui esse corpo.
Garota, onde você arranjou esses melões?
Me diga onde você consegui esses melões.
Eu o herdei da minha mãe
Eu o herdei da minha mãe
Eu o herdei da minha mãe
Eu o herdei, herdei, herdei, herdei...

......e assim vai....

A volta do malandro.....

Um pulo, um ímpeto

Um susto trôpego

Idéia anárquica

Faltou-me fôlego


Erguendo um cálice

Bebida gélida

Alegria súbita

Posterior náufrago


Absorvendo líquido

Solvendo fígado

Em transe etílico

Pensou ser lógico

top 10

sábado, 19 de abril de 2008

Plágio

Dick Dale & The Del Tones "Misirlou" 1963



Black Eyed Peas - Pump It



Acho que não é plágio, eles só usam o pedeço da música do Dick Dale, se pa eles tem autorização. A original é bem legal e é clássica, mas acho que quase ninguem que curte o Black Eyed Peas conhece a original.

domingo, 13 de abril de 2008

"Além disso, ele era casado com a Madonna"

Deputado argentino quer censurar 'Os Simpsons'

O deputado argentino Lorenzo Pepe pediu a proibição de um episódio da famosa série animada Os Simpsons em que um dos personagens chama de "ditador" o presidente Juan Domingo Perón (1946-52, 1952-55 e 1973-74), informou a imprensa local.

Pepe, legislador pelo Partido Justicialista, pediu ao Comitê Federal de Radiodifusão (COMFER) que evite a difusão desse capítulo no país. No episódio, não só se afirma que Perón era um ditador como se comenta que, durante seu governo, as pessoas "desapareciam".

"Realmente gostaria de uma ditadura militar como a de Juan Perón. Quando você desaparecia, permanecia desaparecido", conversam os personagens Carl e Lenny, durante o polêmico episódio.

Lenny termina o diálogo com a incrível afirmação: "Além disso, ele era casado com a Madonna", em referência à superprodução de Hollywood "Evita", em que a cantora interpretou a mulher de Perón.

Os Simpsons está há 18 anos no ar. O programa conta a vida da família formada por Homer, sua esposa Marge e os filhos Bart, Lisa e Maggie.

sábado, 12 de abril de 2008

TOP 10

Nova lista, feita pela revista Molezzing Stone:


1- ALUCINAÇAO - Belchior
2- Vamo Batê Lata - Paralamas do Sucesso
3- Sggt Peppers Lonelly hearts Club Band - The Beatles
4- Construção - Chico Buarque de Hollanda
5- The Queen is Dead - The Smiths
6- Nevermind - Nirvana
7- Led Zeppelin IV - Led Zeppelin
8- The Dark Side of the Moon - Pink Floyd
9 - The Velvet Underground and Nico - The Velvet Underground
10- Classicos dos anos 90 - Moleza e Dezao do Carrossel M (coletânea)