terça-feira, 30 de novembro de 2010

Sopra o vento na alma descoberta
Descobre a dor da vida morna
Fria brisa de desejo intenso
Imenso corpo de sangue ausente

Repara o erro insano e brusco
Busca vida na alma alheia
Cego e escuro o amor tateia

Destino tolo, tosco e insosso
Vida breve sem sentido
Dupla via sem caminho

Arde o fogo no corpo tímido
Corre em busca de abrigo lânguido
Amor inóspito, curto e ferido
Amor pálido outrora vivido

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